Menos popular que o seguro de automóveis, o seguro residencial cobre apenas 14,5% dos imóveis do país, de acordo com levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Apesar de o serviço crescer ao longo dos anos, ainda é um número considerado baixo comparado a outros países. Nos Estados Unidos, Chile e França esse índice ultrapassa 80%. Uma grande parcela de brasileiros não sabem como os seguros residenciais funcionam e têm dúvidas sobre a necessidade de investir ou não na segurança de seu patrimônio. Confira abaixo informações importantes e os cuidados que se deve ter antes do contrato

Por que investir em um seguro de imóvel?

Muitos consumidores tendem a contratar o serviço somente por exigência dos contratos de locação, tendo em vista apenas a possibilidade de ocorrência de incêndios. Porém, há apólices que garantem proteção diante de roubos, enchentes, raios, até nos casos de explosão de botijões de gás ou outros fatores mais corriqueiros que causem prejuízo aos proprietários de imóveis. Grande parte dos seguros incluem assistência para mão-de-obra emergencial para desentupimentos, vazamentos, chaveiro e conserto de eletrodomésticos. Antes de assinar o contrato, certifique-se da totalidade dos serviços oferecidos para não ser pego de surpresa ou pagar por serviços a que já tem direito.

Quanto custa um seguro residencial?

O seguro residencial, na maioria das vezes, custa entre 0,1% e 0,3% do valor do imóvel. Porém, o preço dependerá do tipo de cobertura, do perfil de uso do imóvel e da região na qual ele se localiza. Fatores como altos índices de roubos a residências e ocorrência de vendavais influenciam no valor do serviço. Seguros para casas utilizadas somente nas férias também possuem custo mais elevado. A cobertura básica é a mais barata, não prevê pagamento de franquias e inclui assistência em casos de incêndio, queda de raios e explosão. Apólices com proteção adicional cobrem sinistros como roubos e furtos, danos elétricos, inundações e alagamentos e até impacto em veículos. Nestes casos, as franquias devem ser especificadas na apólice do seguro.

Como proceder em caso de sinistro

Em caso de evento que tenha culminado em dano ao bem segurado, acione a seguradora imediatamente. Não faça nenhuma modificação no imóvel antes de avisar à seguradora. Caso seja necessário remover parte do telhado após um vendaval, por exemplo, não o faça antes de contatar a empresa. Antes de contratar o seguro residencial, pergunte ao corretor o passo a passo para comunicar um sinistro. Assim você saberá exatamente como agir quando precisar acionar o seguro.

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